pede-pede

reflexões

não conseguimos pensar em um setor que não tenha relação direta com este capítulo

como vimos, do varejo alimentar a concessionárias, incluindo, claro, os aplicativos de entrega e o e-commerce tradicional, empresas das mais diversas áreas podem se inspirar com essas ideias e exemplos

ainda que o delivery no Brasil siga restrito a uma parcela pequena da população, não há como negar que esse serviço tem muito potencial e seguirá crescendo

o que podemos aprender com as demandas e exemplos apresentados no estudo? 

ideias ao vento

listamos algumas ideias e reflexões como ponto de partida para geração de outras! 

quais delas são adequadas à sua realidade? e quais poderiam ser adaptadas?

acesso
de que forma você pode contribuir para ampliar o acesso das pessoas aos serviços de delivery? muitas empresas já oferecem canais de venda direta ao consumidor (D2C), seria este um caminho para democratização do serviço? se nem todos têm acesso a smartphones, é possível buscar alternativas como o case My Line do Google para ampliar as possibilidades de pedido? e pagamento via boleto, à vista ou parcelado, para aqueles que não têm cartão de crédito?

cada categoria é um mundo
vimos que categorias específicas trazem demandas específicas
especialmente as perecíveis, que envolvem compra mais frequente
neste momento em que evitamos sair de casa, há grande oportunidade para assinatura destes itens, e essa praticidade pode se provar valiosa mesmo após a retomada do convívio social

logística reversa
os correios já oferecem a opção de retirada de mercadorias para empresas com contrato. seria possível prestar o mesmo serviço para pessoas físicas? ou incluir o contrato nos serviços prestados por administradoras de condomínios? novamente, embora a demanda original tenha foco na segurança de estar em casa, a praticidade decorrente pode se provar um bom investimento de longo prazo 

lockers
sua empresa já trabalha com eles? mesmo que você não trabalhe com entregas, o envio e recebimento de produtos e encomendas em geral (amostras etc.) podem se beneficiar desta modalidade de entrega, hoje e no futuro

gentileza gera gentileza
um dos pontos que nos chamou a atenção nesse período foi como a nossa interlocução mudou
muito do que fazíamos no automático, inclusive vender produtos e serviços, de repente se tornou menos óbvio
com isso, passamos a valorizar mais as nossas conversões, o que no caso das entregas várias vezes se refletiu em bilhetes de agradecimento
quanto essa mudança circunstancial pode nos ajudar a manter relações mais próximas, verdadeiras e equilibradas com nossos clientes e fornecedores? 

segurança
a forma como recebemos os produtos em casa pode impactar a nossa percepção de qualidade e experiência com relação ao produto comprar algo pela internet e ter a sensação de insegurança ao receber em casa é bastante incômodo em geral, mas em especial agora
o contrário acontece com a experiência de comprar algo e receber, sabendo que houve um cuidado especial para evitar contaminação
o que a sua empresa pode fazer para que seus clientes tenham a sensação de tranquilidade ao receber em casa?
como levar a experiência do virtual para o real e vice e versa, garantindo a segurança dos clientes?

diferentes formatos
as constantes mudanças trazem diversas alternativas em relação à forma de nos conectarmos aos nossos clientes
drones, robôs, lojas autônomas ou itinerantes, aplicativos próprios, envolvimento da comunidade... quais formatos fazem sentido pra você? 

idosos
há muito falamos sobre o envelhecimento da população e a oportunidade de sair na frente de concorrentes ao adaptar produtos e serviços a essa geração
no caso do delivery não é diferente, especialmente considerando a intensificação de sua necessidade e uso em períodos de isolamento
como tornar os serviços de entrega mais amigáveis àqueles que têm menor proximidade com a tecnologia? e como reassegurar esse grupo de risco em relação às medidas de segurança adotadas?